Bom Final de Semana a Todos!

Incentivar a criação de novas legendas, sejam criadas do zero ou a fusão de antigos partidos, parece ser esta a nova estratégia do PSDB para confrontar as ideias do PT e com o claro intuíto de pulverizar os votos em 2014, usando os próprios aliados do Partido dos Trabalhadores.

Tal estratégia pode ser eficiente por um lado, pois com mais gente brigando pelo cobiçado voto do eleitor, um segundo turno fica mais eminente e as chances de destronar a Rainha passam a ser maiores. Por outro lado em se tratando de Tucanos e os partidos de direita pode ser um tiro no pé, pois as novas ou velhas legendas que podem ser usadas para este fim tem nomes de tamanha envergadura que com certeza superariam qualquer nome que o PSDB apresente para brigar pelo Planalto em 2014.

Na danada da disputa política tudo pode acontecer, faltando menos de hum ano e meio para os brasileiros comparecerem as urnas para escolher quem vai conduzir os destinos do Brasil até 31 de Dezembro de 2018, o cenário tem como certo apenas que teremos uma eleição no ano que vem.

É isso mesmo que você esta pensando… O cenário de tão indefinido que esta se apresentando, hoje ninguém pode afirmar com 100% de certeza quais os nomes estarão concorrendo a Presidencia da Republica. Nem mesmo Dilma Rousseff e o PT podem garantir hoje que ela é a candidata da legenda em 2014.

Lula sempre foi o estéio do Partido dos Trabalhadores, seu maior ícone e sempre que o PT se via em uma situação de perda de prestígio ou espaço, recorreu a ele para que com sua presença carísmatica pudesse por os planos do partido em ação.

Não dou por descartada a presença de Lula como candidato em 2014 por um fato muito simples, se as coisas não andarem bem para o atual governo, principalmente no campo econômico e também em relação a Copa do Mundo, Lula poderá ser convocado para não permitir que o PT deixe o comando do país. Seria uma cartada estratégica para que o Partido dos Trabalhadores e seus aliados mantenham o seu projeto de poder por mais tempo.

Se na situação Lula ainda é o cara que pode ser o plano “B” e a tabúa de salvação Petista, na oposição só resta fazer conjecturas, apostar na divisão da base e atirar para todos os lados para ver se acerta alguma coisa.

Mais perdida que cego no meio de um tiroteio, a oposição não tem um nome que empolgue, seja contra Dilma ou contra Lula, e o pior é que na falta de projeto consistente podem acabar se unindo em torno de um nome que venha das entranhas do PT.

Paulinho da Força, Eduardo Campos ou Marina Silva podem fazer mais barulho que qualquer nome que o PSDB venha a apresentar para a disputa, seria um sinal de que o cidadão brasileiro até admite mudar, mas o eleitor não pensa em retroagir do atual estágágio em que se encontra o Brasil.

A medida em que o tempo vai passando, o PSDB vai convivendo com as incertezas de um pleito que tem tudo para ser um divisor de águas em sua própria história. O nome apresentado como pré candidato, Aécio Neves, não é conhecido da maioria da população e o nome que é mais lembrado até pelos militantes do partido é o de José Serra que sofre resistência da alta cúpula do PSDB.

Em 2002 o PSDB tinha que ter se apegado a manutenção do plano Real e lançado Pedro Malan ou alguém ligado a área da Fazenda e não teria dado chance a Lula de conquistar uma estrodosa vitória. Ao invés disso vieram com José Serra e perderam a eleição por que o momento não era de Serra.

2006 foi o ano do inferno astral de Lula e seus pares no comando do PT, em meio a uma mal fadada CPI dos Correios que teria seu desfecho no Mensalão, o PSDB viu o bonde passar de novo e não embarcou. Um fragilizado Lula estava diante do seu maior desafio a frente do PT, manter-se no poder praticamente sozinho, já que seus companheiros estavam todos enrolados em algum tipo de escandâlo e o PSDB lança no meio do turbilhão o nome de Geraldo Alkimin para concorrer com Lula ao invés de apostar que naquele momento seria o nome de Serra quem poderia recolocar o partido nas raias do poder.

Escolha erronêa do PSDB, Lula se recuperou e mantevê o projeto de poder do PT inalterado, tanto é que mesmo acossados pela justiça os dirigentes do PT continuaram comandando os destinos do país, tendo ou não um mandato para isso. O PSDB esperaria paciêntemente mais quatro anos.

Em 2010 o Brasil estava com seu Presidente mais popular na história, Lula se fosse o candidato massacraria o oponente, tamanha era a sua aprovação pelos brasileiros. Qualquer nome que pudesse ser apresentado como candidato com certeza perderia para ele.

As cartas não demoraram ser postas na mesa, Lula fazendo valer a sua vontade, tira um ás da manga para a disputa, que pela primeira vez em 21 anos não teria na cédula eleitoral o seu nome como um dos protagonistas da eleição. Em tempos de modernidade, o Brasil também seria posto à prova no quesito preconceito e no teste caberia ou não ao povo aprovar o nome que Lula apresentou… Dilma Rousseff.

Os estratégistas de campanha logo se apegaram ao fato dos Estados Unidos da América terem elegido 2 anos antes o primeiro Presidente negro de sua história, então por que nós tupiniquins não poderiamos colocar na Presidência do Brasil uma mulher?

O PT e Lula não tinham muito o que fazer senão criar um fato novo para aquela eleição, pois os homens fortes do partido, aqueles que tinham como meta substituir Lula um dia, estavam todos metidos em confusão e não poderiam por a cara na janela. Dilma Rousseff era a única saída para que o PT fizesse o sucessor do seu maior nome em toda a história.

O PSDB assistiu a adesão do PMDB ao projeto petista e não pestanejou o fazer a indicação de Serra novamente para concorrer com Dilma. Até hoje ouço questionamentos se aquele não seria o momento do jovem promissor Aécio Neves ter sido alçado como candidato, respondo que qualquer um que se colocasse entre Dilma e o Planalto perderia, não por ela, mas pela popularidade que tinha Lula naquele momento.

Serra foi para o embate e acabou derrotado e o preterido Aécio começou construção de seu nome para 2014.

Pois bem 2014 chegou e mesmo com a turbulência econômica que assola o Mundo e assusta os brasileiros, Aécio e o PSDB parecem não fazer parte do contexto eleitoral que se avizinha. Eduardo Campos e Marina Silva parecem empolgar mais o eleitor, apesar de não terem apresentado nenhum projeto inovador ou alternativo para o Brasil.

2014 será um divisor de águas na política brasileira, surgirão novasrças, nomes e projetos no cenário e os antigos nomes só vão se manter em evidência se tiver mesmo uma estratég

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